Arquitetos criam projeto residencial com pegada ecológica baixa

Foto: Paul Warchol

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Os profissionais do escritório de arquitetura Gluck+, de Nova Iorque, Estados Unidos, desenvolveram um projeto de casa em formato de torre que visa ter a menor pegada ecológica possível. Isto significa, o mínimo de impacto ambiental.

Foto: Paul Warchol

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Batizada de “Tower House” (“Casa da Torre”, na tradução livre para o português), a pequena casa de veraneio é projetada como uma escadaria até o topo das árvores. Mantendo a pegada ecológica mínima, de forma a não prejudicar o local arborizado, cada um dos três primeiros pavimentos tem apenas um pequeno quarto e banheiro, cada uma pequena suíte.

Foto: Paul Warchol

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O último pavimento, que contém os espaços de estar, se espalha a partir da torre como o dossel da floresta, proporcionando vistas do lago e das montanhas à distância. Um terraço aberto na cobertura estende o espaço de estar acima das árvores, oferecendo um mirante deslumbrante.

Foto: Paul Warchol

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A escada fechada em vidro também ressalta o caminho da floresta até as copas das árvores, enquanto o verde escuro e o vidro externo pintado camuflam a casa ao refletir a floresta, desmaterializando sua forma. Ao anoitecer, mini luzes que pontilham a escada imitam os vaga-lumes brilhando na floresta enquanto o dia se torna escuro.

Foto: Paul Warchol

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Como uma casa de férias, a  “Casa da Torre” é utilizada durante algumas semanas no inverno e a maioria dos finais de semana no verão. O imperativo do projeto foi desenvolver uma solução sustentável e energeticamente eficaz, com custos operacionais e manutenção mínimos para uma casa ocupada parcialmente.

Foto: Paul Warchol

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Os dormitórios voltados ao norte aproveitam a luz e as vistas com vidro do piso ao teto. Para otimizar a economia de energia no aquecimento e refrigeração, uma estratégia sustentável em duas partes foi utilizada para reduzir a pegada de aquecimento no inverno e evitar o uso de ar condicionado no verão.

Foto: Paul Warchol

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A casa tem aquecimento tradicional, através da concentração de todas as áreas molhadas em um núcleo central isolado. Parte da casa pode ser “desligada” no inverno, quando não está sendo usada. Neste caso, uma área de apenas 65 metros quadrados dos 236 totais é aquecida. Ao fechar a construção no núcleo isolado, há uma redução de 49% no uso de energia. No verão, a casa é confortável sem uso de ar condicionado. O ar frio é aspirado e através da casa usando o efeito chaminé. Vidro na fachada sul nas escadas cria uma chaminé solar e conforme o ar quente sobe, sai pelo topo, fazendo com que o ar frio circule pela casa a partir do lado norte.

Imagem Gluck+

Imagem Gluck+

Assista o vídeo do projeto (áudio em inglês):